joaoelderenativafm: A Curiosidade Do Dia: Pergunta A Você: Hoje Quarta - Feira Dia 16 De Novembro De 2011

Quantos dias já se passaram de 2017

Quantos dias faltam para 2018

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A Curiosidade Do Dia: Pergunta A Você: Hoje Quarta - Feira Dia 16 De Novembro De 2011


 O Que Acontece Com O Nosso Corpo Quando Estamos
Dormindo E Sonhando?
Fisicamente, As Condições Em Que Os Sonhos Acontecem São Bastante Antagônicas: "Ao Mesmo Tempo Que O Corpo Fica Relaxado, Trata-Se
De Um Momento De Intensa Atividade Cerebral", Diz Fernando Rocha Nobre, Psicólogo E Editor Do Jornal Sonhos, Em Belo Horizonte. Durante O Sono, Os Olhos Se Movem Ininterruptamente, Como Se Estivessem Enxergando As Cenas Experimentadas. O Resto Do Corpo, Em Um Mecanismo De Defesa, Fica Completamente Relaxado (Exceto Nas Pessoas Que Sofrem De Sonambulismo). "De Acordo Com As Emoções Vividas No Sonho, Podem Ocorrer Suores E Alterações Nos Batimentos Cardíacos", Explica O Psicólogo.


A Resposta Da Curiosidade, Responda Pelos Contatos Da Rádio Comunitária  Nativa Fm:>>> Fones (088) 3424-2115 # 3424-1350 Tem O Celular Da Tim ( 04188 ) 9661 -1491 Nosso Site > www.nativafm.radio.br E Boa Sorte!!! Apoio Rádio Comunitária Nativa Fm E Adriano Divulgações

####################################
Falando Mais Sobre Esse Assunto ( Sonho )

O sonho é uma experiência que possui significados distintos se for ampliado um debate que envolva religião, ciência e cultura. Para a Ciência, é uma experiência de imaginação do inconsciente durante nosso período de sono. Recentemente, descobriu-se que até os bebês no útero têm sono REM (movimentos rápidos dos olhos) e sonham, não se sabe com o quê. Em diversas tradições culturais e religiosas o sonho aparece revestido de poderes premonitórios ou até mesmo de uma expansão da consciência.
Sonho e Freud
Foi em 1900, com a publicação de A Interpretação dos Sonhos[1], que Sigmund Freud (1856-1939) deu um caráter científico à matéria. Naquele polêmico livro, Freud aproveita o que já havia sido publicado anteriormente e faz investidas completamente novas, definindo o conteúdo do sonho como “realização dos desejos”. Para o pai da psicanálise, no enredo onírico há o sentido manifesto (a fachada) e o sentido latente (o significado), este último realmente importante. A fachada seria um despiste do superego (o censor da psique, que escolhe o que se torna consciente ou não dos conteúdos inconscientes), enquanto o sentido latente, por meio da interpretação simbólica, revelaria o desejo do sonhador por trás dos aparentes absurdos da narrativa.
Sonho e Jung
O psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1875-1961), baseado na observação de seus pacientes e em experiências próprias, tornou mais abrangente o papel dos sonhos, que não seriam apenas reveladores de desejos ocultos, mas sim, uma ferramenta da psique que busca o equilíbrio por meio da compensação. Ou seja, alguém masculinizado pode sonhar com figuras femininas que tentam demonstrar ao sonhador a necessidade de uma mudança de atitude. Na busca pelo equilíbrio, personagens arquetípicas interagem nos sonhos em um conflito que buscam levar ao consciente conteúdos do inconsciente. Entre essas personagens, estão a anima (força feminina na psique dos homens), o animus (força masculina na psique das mulheres) e a sombra (força que se alimenta dos aspectos não aceitos de nossa personalidade). Esta última, nos sonhos, são os vilões. Um aspecto muito importante em se atentar nos sonhos, segundo a linha junguiana, é saber como o sonhador, o protagonista no sonho (que representa o ego) lida com as forças malignas (a sombra), para se averiguar como, na vida desperta, a pessoa lida com as adversidades, a autoridade e a oposição de idéias. Jung aponta os sonhos como forças naturais que auxiliam o ser humano no processo de individuação.

Ao contrário de Sigmund Freud, as situações absurdas dos sonhos, para Carl Gustav Jung, não seriam uma fachada, mas a forma própria do inconsciente de se expressar. Para o mestre suíço, há os sonhos comuns e os arquetípicos, revestidos de grande poder revelador para quem sonha. A interpretação de sonhos é uma ferramenta crucial para a psicologia analítica, desenvolvida por Jung.
Abordagem psicológica
Os sonhos seriam uma demonstração da realidade do inconsciente. Sendo estudados corretamente pode-se descrever, ou melhor, conhecer o momento psicológico do indivíduo. Fazendo uma analogia séria como uma "fotografia" do inconsciente. Por isso, o sonho sempre demonstra aspectos da vida emocional. Os sonhos têm uma linguagem própria. Pensemos no seguinte exemplo: Ao ver duas pessoas estrangeiras que falam um idioma que não é do nosso conhecimento, nunca diriamos que elas não sabem falar. Na verdade, o problema é que não conhecemos aquela língua (sua estrutura, sua gramática, etc). O mesmo acontece com os sonhos. Sua linguagem são os símbolos. Para entender seus variados conteúdos, temos que estudar os símbolos. Utilizando-se do conceito de "complexos" e do estudo dos sonhos e de desenhos, Carl Gustav Jung passou a se dedicar profundamente aos meios pelos quais se expressa o inconsciente. Em sua teoria, enquanto o inconsciente pessoal consiste fundamentalmente de material reprimido e de complexos, o inconsciente coletivo é composto fundamentalmente de uma tendência para sensibilizar-se com certas imagens, ou melhor, símbolos que constelam sentimentos profundos de apelo universal, os arquétipos.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Nenhum comentário: